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terça-feira, 15 de novembro de 2011

Não sei o que falar

Oi, gente.

Estou de mal com o mundo, então, vim postar.

Tudo começou quando eu fui dormir 18:30 de hoje, ouvindo um disco muito bacana que um amigo indicou. O disco é foda. Tudo bem que ouvir música dormindo é foda porque você não escuta nada, mas com certeza entrou no meu subconsciente.


Mas aí dormi e agora estou sem sono, sem animo, sem amor.

Em retrospectiva, vi a série de terror nova da FOX, mas na verdade quase não vi nada porque estava muito empolgada procurando acessórios STEAMPUNK no ETSY. Achei vários, só estou em dúvida ainda. hahaha Mas certamente essa será minha nova estética! Isso porque estou lendo um livro chamado Mortal Engines, da Novo Século, que é puro steampunk e muito maneiro, mas tem uns erros MUITO feios de edição que tiraram um pouco a minha animação. E eu parei de lê-lo momentaneamente. Na verdade também estou com muitos trabalhos para a faculdade (AI UNIVERSITÁRIO DEVE SER UMA COISA CHATA, NÉ, SEMPRE O MESMO PAPO), e aí fico me sentindo mal de ler uma coisa quando deveria estar lendo outra coisa e acabo não lendo nada e sofrendo de tédio. Vi 2 broke girls que finalmente teve um episódio legal. Gostei muito. Acho que todo começo de série é meio chato, né? Ah, não posso esquecer de dizer que antes disso me recusei a assistir Walking Dead. Hehe

Também vi um filme legal: Beleza Americana. Um filme belo, inteligente, divertido e engraçado. Roteiro foda que levanta tantas questões sociais que não dá para mensurar. Às vezes eu acho que consigo viver fora dos "padrões" e das neuras sociais tanto quanto eu desejo, vendo todo mundo por cima e analisando as falhas alheias, e fico satisfeita, mas é provável que eu esteja só sendo patética e medíocre. [Bom, talvez isso faça alguém rir da minha cara, mas sei lá, né...] O negócio é que se um dia eu escrevesse alguma história ou roteiro eu queria que fosse algo assim: uma trama costurada e muito conteúdo por trás de tudo.

E lá encontro a famosa garotinha do filme do macaco ladrão da minha infância querida que os anos não trazem mais. Ela também fez Mundo Cão (com a Scarlett), que vi recentemente. Dormi. Ah, no Beleza Americana, eu não dormi, e tipo, eu durmo em filmes bons, mas o fato deu não ter dormido prova que o filme foi mais do que o comum de bom. Mas isso me lembra que eu quero muito ler a nova HQ que saiu, Mundo Fantasma, que deu origem ao filme Mundo Cão.


É a história de duas amigas, uma mais legal que gosta de artes, etc...

E eu quero muito de ler porque essas histórias de menininhas alternativinhas e independentes fazem eu me sentir poderosa.

Fiquei muito irritada porque decidi comprar um livro do Jorge Luís Borges.

E bom, isso foi tudo que eu pensei hoje. A última coisa foi que decidi fazer uma maratona Anne Hathaway. Eu sou idiota, mas vou fazer. Porque, sabe, um dia ela vai morrer e certamente vai se tornar um ídolo, tal qual Audrey Hepburn, que a gente não para de idolatrar por aí. Então, por que não fazer isso enquanto ela está viva, linda, na flor da idade, PRESTES A SER A MULHER GATO AI MEU DEUS.

E eu adoro ela, tanto que aprendi a escrever seu nome difícil pacas, sem copiar do google! Então, assistirei a todos os seus filmes que ainda não assisti e vou comentando aqui. O último, claro, em Dezembro: Um dia, que também é um livro. Eu já estava, claro, tentada a comprar o livro, quando saiu, mas resolvi não comprar por motivos como... mais um bestseller (nada compra, mas isso faz com que eu não tenha pressa para lê-lo) e nada de mais. Até que o "nada" virou Anne Hathaway fazendo o filme: minha decisão já mudou. Até que eles me aparecem com isso aqui:


Não é só por causa da Anne e desse inglês fofo do Across the universe cujo nome eu não sei, mas a capa está mesmo linda.

Motivos suficientes, me convenceram, comprei na primeira vez que vi vendendo. Agora vou lê-lo antes de ver o filme e ele entra na sessão de posts sobre ela, combinado?

E isso, sim, foi tudo o que eu pensei hoje.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Desconstruindo o conto da ervilha

Agora tenho uma Tv no meu quarto! \o/
Isso não é tão interessante, mas...

Na estréia do meu mais novo meio de comunicação de massa, passeando pelos canais, vejo na programação o nome: Hans Christian Andersen. Seria uma biografia nada convencional no telecine cult? Não, mas também não lembro o nome do canal. Era uma espécie de canal promocional, lá pelos números 1, 2, 3 da net... enfim, esqueci mesmo! Mas como passei grande parte do semestre lendo sobre Andersen (curso produção editorial, e faço trabalhos sobre contos de fadas, gente... *-*), coloquei lá e estava passando uma animação sobre o conto A princesa e a ervilha. Conclusão, esse post é sobre uma princesa!!!!!!!!!

Bem, conto de fadas é uma das coisas que eu mais gosto na vida. Andersen, por sua vez, foi mais do que um "contador" de contos, ele foi o primeiro escritor de histórias infantis do mundo!!! Imagina nossa vida sem ele, lendo Dostoiévski no esnino fundamental, adquirindo depressão precoce e não chegando nem ao médio (ou talvez só não entendendo nada mesmo). Embora com Andersen não seja tão diferente, afinal ele é o autor de contos como A pequena Sereia, O patinho feio e A pequena vendedora de fósforos, que se não fosse por Walt Disney, e alguns adaptadores de bom coração, traria os mesmos efeitos: trauma, chororô, e morte! 

São de arrepiar... porém lindos.

A princesa e a ervilha, no entanto, é um conto de fadas romântico, leve, com princesa e princípe, que qualquer garota adoraria. Será?? Não sei se vocês conhecem a versão original, mas farei aqui minha reinterpratação.


Era uma vez... um princípe muito mauricinho, com cabelos compridos, loiros e alisados, que deseja se casar para manter as aparências. Ele manda, então, sua mãe arrumar uma noiva para ele, porque obviamente não tem talento para isso e está mais interessado em explorar os aposentos mais escondidos do castelo com a criadagem masculina; mas deixa bem claro que só quer se casar se for com  uma princesa autêntica, pois afinal não pode nem cogitar desposar uma mulher com o cabelo pior que o seu. Sua mãe que tem um nariz empinado, e insiste em achar que seu filho é hétero, sai procurando uma princesa gostosa, frígida, com bom gosto para vestidos, bons genes para transmitir aos netos, cabelo bom, nariz fino, tão perua quanto ela, e fresca! Muito fresca! Certo dia, após procurar infrutíferas vezes nos reinos mais próximos, e ver seu filho rejeitado pelas mais belas donzelas que preferem os capatazes, os sapos e as feras, à noite em meio a um temporal, uma moça pede abrigo no castelo deles. Eles, é claro, abrigam a moça e logo vêem a oportunidade de ouro de desencalhar o playboy. Mas como a perua é metida, e o garoto deixou bem claro suas exigências para casar com uma mulher, a "pretendente" tem que passar por um teste para eles saberem se ela é uma princesa digna de um príncipe mimado, ou não. Antes da menina dormir no quarto de hóspedes, os criados preparam uma cama com 650 colchões, e colocam, em baixo de todos eles, uma ervilha. Se ela for uma princesa de verdade, sentirá o incômodo terrível que um grão de ervilha pode causar. No dia seguinta, a jovem, como era uma patricinha fresca e fútil do cacete, que não tem mais do que reclamar, não sabe o que é lavar uma louça, ou passar necessidade na vida, acordou como se um trator a tivesse atropelado. E aí, a família ficou super feliz porque finalmente achou a perua que se casaria com o princípe e eles, enfim, viveram de fachada, felizes para sempre.

Traduzido do dinamarquês, adaptado e reinterpratado por mim!

Longe de mim blasfemar!!! Andersen nosso rei, é brincadeira, tá? Mas essa história de sexo frágil não dá!!!! Crianças, se vocês interpretarem essa narrativa toda como uma metáfora sobre o verdadeiro amor bater na sua porta quando menos se espera, ou o destino nunca falhar ou, melhor ainda, como mulheres indo à luta, atrás de seus próprios príncipes em meio a tempestades, tudo bem; mas não tirem disso que ser uma princesa significa ser fresca! Princesa da ervilha, não envergonhe a classe!

Definitivamente, não gosto desse conto. Acho super válido uma paródia cinematográfica, dos mesmos criadores de Shrek...

quinta-feira, 7 de julho de 2011

férias

Não sei bem o que dizer, mas... EEEEESTOUUU DE FÉÉÉÉÉÉRIAAAS!

Depois desse semestre, isso é um pouco traumatizante para mim. Minhas pernas e lábios tremem e eu não sei por onde começar. O QUE FAZER AGORA???? Meus trabalhos diários, meus eternos resumos, meus constantes textos para ler me abandonarão. MEU... DES...PER...TA...DOR! Como agir sem ele agora? Depois de SEIS meses acordando juntos. Agora serei só eu... e o edredom... com o friozinho... na cama,  o dia todo!
IUPI!

Se vocês querem uma dica, não peguem 7 matérias, nunca na vida. É chato, você que é maluca (eu), vai ficar ainda mais e, afinal... como aproveitar a vida, fazendo 7 matérias? Outra dica, não deixem para pegar as matérias mais difíceis todas juntas, no mesmo semestre. Minha situação constante foi: terminando trabalhos -> começando trabalhos, e isso fez o semestre passar muito rápido. Sério, passou voando! Não pude fazer quase nada, porque em 50% do tempo estava fazendo alguma coisa relacionada a faculdade e nos outros 50%, estava com preguiça. Complicado! 

Mas, na verdade, eu sou exagerada porque meu semestre foi muito lhouco, bom e legal. Curti tudo: comecei minha habilitaçãozinha tão querida, em PE, mas também posso chamá-la de alma-gêmea; ganhei uma bolsa no Fórum da UFRJ, que é muuuuito legal e estou adorando; trabalhei no ArteFórum, no meu aniversário e foi incrível; ganhei o presente mais lindo do meu boyfriend e finalmente dei um pra ele que ele realmente usa (vitória pessoal)! Me mudei! [Fiz um blog YEAAH \o/... esse aqui, claro]. Quer dizer... semestrezinho, eu gostei muito de você, só estava um pouco nervosa! Desculpe ter te xingado tanto no twitter? 

Já estou com saudade de tudo. (Mas também muuito cansada.)

Então, vamos relaxar, desestressar. Assistir a babá Mcphee no telecine. Ler os livros atrasados. E dançar com a Beyoncé.


sábado, 25 de junho de 2011

J.K. Rowling

Sim, estamos no final do semestre! E isso significa trabalho pra caramba em dobro, mas também, na maioria dos anos, ESTRÉIA DE HARRY POTTER.

Bom, eu deveria estar (e, de fato, estava) fazendo trilhões de outras coisas, e confesso que postar não estava em meus planos até cinco segundos atrás. Mas vocês sabem, devido ao espírito contagiante do momento, fui motivada. Afinal de contas, nesse ano não teremos qualquer estréia de uma adaptação cinematográfica, mas sim A ÚLTIMA.

Uau. Isso significa uma penca de coisas. Me deixa nervosa, só de pensar. E, como a maioria das coisas que me deixam extremamente sensíveis, eu procuro evitar; ainda não vi trailer, e nem sequer sei o dia da estréia.  Mas, nessa data importante, resolvi falar de sua deusa criadora, o Tolkien feminino e dos dias de hoje: J.K. Rowling.


Sabe ela é uma incógnita pra mim. Eu odeio e adoro. E resolvi falar sobre isso... mais do que falar, listar! Porque, afinal de contas, aqui é o lugar onde eu posso passar horas e horas falando sobre mulheres e os blablablas que penso sobre elas.

Decidi também colocar os argumentos alternados, porque sabem, né, meu amor/ódio pela JK oscilam muito!


A favor: Você pode até achar muita bobeira toda essa comoção toda por trás de uma histórinha de bruxo adolescente, um fenômeno editorial e cinematográfico e tal. Pode até ser. E eu vou explicar porque isso mexe com tanta gente. Na verdade, não preciso explicar. É simplesmente pelo mesmo motivo que existem tantos fãs mais velhos e mais fervorosos de Guerra nas Estrelas, de Senhor dos anéis, etc... Todas as obras tem sua natureza nerd, é claro. Todas são histórias incríveis de fantasia, e NADA melhor que fantasia, mágica e literatura para reproduzir sentimentos e frustrações da vida real. E o elemento crucial, no caso de Harry Potter: a idade. Po, você vai pedir para alguém de 20 anos não adorar personagens que o acompanham desde os DEZ, passando por todos os conflitos, situações que essa pessoa possivelmente viveu e nos quais ela, possivelmente, projetou tudo o que gostaria de ser? Você não conhece o poder da literatura, meu caro!

Contra: Cara, perfavore! Ela não é a melhor escritora do mundo, nem aqui e nem agora! Principalmente em termos de fantasia, temos um milhão de autores cuja criatividade borbulham de amor e beleza, e se traduzem em histórias incrivelmente maravilhosas, e são muito diferente de Harry Potter. Tudo bem, talvez não funcionem para a mesma função, de conquistar novos leitores, mas uma vez que você foi encantado pelo Harry e sua trupe, pode partir para aventuras mais loucas, loucas, loucas pelo mundo da magia, que vai muito além de Hogwarts.

A favor: J.K. Rowling definitivamente escreve bem. Ela pode não ser uma poeta nata, ou uma pedra preciosa da literatura, nem mestra em criar personagens originais (ver mais a frente) mas ela sabe conduzir uma história! Isso tenho orgulho de afirmar com todas as letras. E seu talento, nesse sentido, fica claro quando comparado ao de outras pérolas como Stephenie Meyer. Quando as pessoas comparam Crepúsculo e Harry Potter, eu fico tão passada! Porque suas semelhanças estão apenas no fato de ambos serem leituras infantojuvenis que conquistam e introduzem os pré-adolescentes no mundo da literatura e mais nada. As narrativas são completamente diferentes, e a de JK totalmente superior. Eu acho super válido que Crepúsculo faça sucesso entre seu público-alvo, mas a autora escreve muito mal, a história é super simplória, mal construida, enche linguiça etc... enquanto JK trabalha muito bem fantasia, mistério, “terror” e "drama", conectando pontos do primeiro ao último livro, (coisa que possivelmente confundiria a cabeça simples da Stephenie, caso tentasse fazer).

Contra: Após ler Harry Potter, e descobrindo outros clássicos fantásticos, é possível identificar muitas ideias clichês e muitos possíveis plágios. A comunidade nerd, devota de Neil Gaiman, praticamente processa JK de plágio do “Livros da Magia”, uma história em quadrinhos que conta a história de um rapazinho inglês, branquelo, franzino, que usa óculos fundo de garrafa, tem uma coruja, e vive no mundo real até descobrir que é um dos maiores bruxos do mundo e ser convidado a uma jornada para aprender sobre sua nova condição. E aí? Vocês julgam plágio? É claro que existem ideias recorrentes e personagens clássicos no mundo da literatura, e principalmente quando se restringe um tema. Isso não quer dizer que JK é má, copiona ou coisa do tipo, mas sim que não possui tanta criatividade assim.

Pra finalizar, mais um contra: Ela foi tema de um documentário na GNT, no qual aparece uma cena, em que ela entra em uma loja de sapatos, fecha a loja e diz: “Vou levar todos!”... Sem mais! 
[Não sei se todos compartilham minha indignação, em relação a essa cena. (Sério mexeu com minha raiva descontrolada, gente!) Só para esclarecer, então: Futilidade que nenhum grande escritor passariam em um documentário. Sem contar que eu odeio essa posição que os artistas assumem, após fazerem sucesso, de elite rica, famosa, perua! TU É CELEBRIDADE, POR ACASO?]


Pra fechar com chave de ouro um a favor: E sou muito grata a J.K. Rowling. Ela convidou crianças (eu) de 10, 11, 12 anos a um mundo mágico feito ESPECIALMENTE para elas. Quando surgiu, eu lembro de não me interessar: “ew, garotos!” – pensava. Até que tcharan, li o primeiro livro e não parei mais. Fiquei apaixonada, viciada, extasiada. E li todos incessantemente. Tenho que admitir, Harry Potter, Rony Weasley, Hermione, JK mudaram minha vida! Porque foi a partir de Harry que eu gostei e passei a procurar livros por vontade própria, a me interessar, a acompanhar séries, hoje estudo produção editorial etc. YEAH. RIO DE LÁGRIMAS NO FINAL DE HARRY POTTER!!!!!!!!!! TO FICANDO VELHA! RONY, EU TEMO! - Parabéns JK! Sua missão como escritora infantojuvenil cumprida. E a missão da literatura infantojuvenil reafirmada. Ai que emoção.

E se você tiver uma opinião xiita e preconceituosa contra Harry Potter, ou for  bitolado achando que só existe isso de bom no mundo, venha se ver comigo!!!!!!!!!!! (tenho argumento contra ambos) ;)

domingo, 15 de maio de 2011

Versões femininas

Mulheres cantando homens. Versão original x Versão feminina. Quem ganha? Ui, desafio!!!


10º Last Goodbye
Original: Jeff Buckley
x
Cover: Scarlett Johansson

Resultado: Scarlett, por favor delete este vídeo e não nos aborreça mais! JEFFFFFF BUCKLEY.

9º Smells like teens spirit
Original: Nirvana
x
Cover: Tori Amos

Resultado: T...Tori... Tori A... não... Tori, me perdoa, eu queria mas não posso, fracassei! Nirvana, grunge is not dead wins!


8º Everybody's changing
Original: Keane
x
Cover: Lily Allen

Resultado: Lily!

7º No Surprises
Original: Radiohead
x
Cover: Regina Spektor

Resultado: Regina! - Afinal de contas, é mais saudável para nosso psicológico. Com essa versão a gente chora, mas preserva nossos pulsos!

6º Refazenda
Original: Gilberto Gil
x
Cover: Cibelle

Resultado: Cibelle!!!! - Ah, vai uma interpretação muito boa da música.

5º Lotta love
Original: Neil Young
x
Cover: She & Him

Resultado: She & Him!!! - Desculpa Neil, sua música é ótima e ÚNICA e exclusivamente essa música ficou melhor ainda nos vocais suavisíssimos da Zooey (e do M Ward - as versões são FEMININAS mas ele sempre terá lugar neste blog ;)!!!!!!).

Fluorescent Adolescent
Original: Arctic Monkeys
x
Cover: Kate Nash

Resultado: Kate Nash!Kate Nash!Kate Nash!Kate Nash! E tenho dito!

3º Angel
Original: Jimi Hendrix
x
Cover: Fiona Apple

Resultado: Fiona. - Sim, eu sei, qualquer ser no mundo apontaria Jimi Hendrix como vencedor dessa batalha. Mas sou eu, incapaz de deliberar qualquer coisa que envolva o nome de Fiona Apple. s2 Ela vence forever.

2º My generation
Original: The Who
x
Cover: Patti Smith

Resultado: Patti Smith. [Só por força do hábito]


1º: I put a spell on you
Original: Screamin' Jay Hawkins

x
Cover: Nina Simone

Resultado: Empate. - Nina Simone fez uma interpretação marcante, gostosa de se ouvir, mas a de Jay Hawkins é MUITO MANEIRA.