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terça-feira, 31 de maio de 2011

Fofoca

Não... não é sobre isso que vocês estão pensando.

É sobre a minha mais nova personagem feminina favorita: Rumor.
Ela faz parte da Umbrella Academy, para quem não sabe, a história em quadrinhos escrita por Gerard Way (o vocalista do My Chemical Romance s2), e ilustrada pelo queridíssimo brasileiro Gabriel Bá.

Vejam que divertido: A história é sobre uma academia de super-heróis, formada por um extra-terrestre, disfarçado de senhor normal e rico (o sr Monóculo), que adota bebês especiais. Essas crianças tem super poderes! Sim, é basicamente um X-men, mas MUITO MELHOR, não preciso dizer. Se você tem preconceitos contra Gerard, eu digo logo, que eu acho ele um *gênio* e sua cabeça pirada reflete nas histórias também piradas, loucas, complexas e legais da academia [e não me venham chamá-lo de emo!]. AHH, enfim, eu amo Umbrella Academy!!!



A número Três, ou Allison, ou Rumor (eles tem nome, codinome e numeração), nossa heroína, é uma dessas criancinhas lindas e seu poder é transformar rumores em realidade!! É incrível! Ela diz: "Eu ouvi dizer que bla bla bla" e o bla bla bla acontece, ela destrói o inimigo.

Apesar de ter que dividir a cena com mais 6 companheirinhos, ela se destaca como coadjuvante. Suas características são de uma super mulher, tradicionalmente heroína: ela é cativante, virtuosa, corajosa, apaixonadaaaaa E... tem o cabelo roxo!!!!!!! (Pobre Atena, tão anos 90....). Ah, vai ela é a mais competente, e quase sempre salva todo mundo.

A história começa com os heróis ainda crianças, mas agora eles estão adultos, o pai morreu e a relação familiar está meio abalada. o pessoal deu um tempo na carreira de super-herói e, olha que legal, Rumor virou mãe de família. Ela também tem uma relação romantica tão bonitinha! Daquelas que fica num vai não vai e você fica torcendo, sabe? Não vou revelar com quem, mas já adianto que tem umas relações incestuosas por aí...


É claro que reviravoltas acontecem, e ela perde seus poderes - o que, nesse caso significa ficar muda, mas a história está só começando (aqui no Brasil só tem dois volumes publicados) e muita coisa ainda está por vir. Mas já posso garantir que em momentos emocionantes ela vai virar e dizer: "Eu ouvi dizer que..." e você vai ficar arrepiada de tanta emoção!!!



Ambas foram publicadas pela Editora Devir
The umbrella academy - Suíte do Apocalipse (volume I)
R$ 34,00
The umbrella academy - Dallas (volume II)
R$ 29,00 capa mole
R$ 44,90 capa dura

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Eternamente Clássico

E a imagem da semana [passada] é...


mais uma vez, da Zupi.

Hahahahahahahaha, como eu AMEI essa intervenção feita por um desconhecido em Veneza. Viva a bruxa malvada do Leste! Aquela cujo rosto não conhecemos, mas sabemos que é uma super diva com suas longas pernas e seus sapatos de rubi!

E como nada nessa vida é por acaso, e eu não sei falar de uma só coisa, aproveito para comentar algo que me deixou extremamente alegre e contagiante! :)

A Editora Barba Negra, em sua coleção Eternamente Clássicos, acaba de lançar, em parceria com a Editora Leya, uma nova e linda edição do incrivelmente clássico O Mágico de Oz!


 EEEEEEEEEE! clap clap clap, bravo, bravo!

Que coisa mais linda! O mágico de Oz, a incrivel história da garotinha Dorothy, acompanhada pelos queridos Homem de Lata, Espantalho, Leão, e seu amiguinho Totó, e suas aventuras pelo mundo maravilhoso de Oz, é um livro que se deve ter na estante. O problema é que, às vezes, é muito difícil encontrar uma edição bacana e integral de um clássico, principalmente um infantojuvenil. Eu mesma já tinha duas edições, mas uma é de bolso (não tão legal para colecionar) e a outra é adaptada. Por isso fiquei tão tão tão feliz com essa iniciativa. A capa é incrivelmente liiiinda, moderna, e mágica. A combinação rosa e amarelo é fantástica. Ah, enfim, eu adorei. E o mais chocante de tudo: custa apenas 19,90. Mas se você ainda está em dúvida entre comprar ou não, não tem certeza se o livro é legal etc, você pode ler o primeiro capítulo no site da Editora e ver se gosta! Não é demais? 

A editora Barba Negra vem há algum tempo conquistando lugar no meu coração com algumas surpresas, mas essa, sem dúvidas, foi a melhor de todas. Já garanti o meu e agurado ansiosamente pelos próximos Clássicos eternos.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Dia da Toalha rosa

Fezliz Dia do Orgulho Nerd!!!!!!!!!!!!!! Para mim!!!!!! Para você!!!!!!! Pro nossos irmãos mais velhos!!! E Pros nossos namorados!!!!!!!
Dia 25 de Maio, Dia da Toalha, em homenagem ao nobre Douglas Adam e sua ilustríssima obra, Guia do Mochileiro das Galáxias, que faz, até hoje, com que todos os nerds saiam de frente de suas tvs e computadores, e viajem por todo o universo.
E aqui nós vamos comemorar o Dia da Toalha Rosa! Homenageando as divas mais nerds!

Matilda
Ela é inteligente, superdotada e ama ler, mas encontra pelo caminho pessoas chatas e carrascas, como seus pais e a diretora de seu colégio. Qualquer pai ficaria feliz com uma filho intelectual, mas os de Matilda a proibem de ler, detestam livros, e até destróem os dela. Eles querem mesmo é que a menina fique na frente da tv, o dia todo, como o irmão. Uma criancinha se daria por convencida e passaria o dia vendo teletubies, mas não Mathilda, nossa nerd mirim! Ela frequenta escondida as bibliotecas, leva livros pra casa, já lê clássicos da literatura, e mais: com apenas 4 anos, já aprendeu a ler sozinha. Quando chega na escola já sabe fazer, de cabeça, cálculos gigantescos, que nem sua professora sabe. E ela é uma nerd tão especial que desenvolve poderes sobrenaturais!


Emma Stone
Tá ela pode até não ser tão nerd assim na vida real, mas já virou a musa dos filmes nerds da nova geração: Superbad, Zumbieland, O roqueiro e, futuramente, a nova franquia do Homem-Aranha. Bem, só por respirar o mesmo ar que Micheal Cera ela já está garantida nessa lista s2



Gretchen, Turma do Recreio


Lembram dela? Fez a infância de meninas jovenzinhas (como eu :P). Ela não é só uma nerd, ela é a nerd da turma. E no estilo clássico: é cdf, dentuça e usa óculos fundo de garrafa.

Josie Geller, Nunca fui beijada
Eee, essa é uma autêntica nerd. Seus anos no colegial foram marcados por rejeição dos garotos, aparelho dentário e muitos vexames. Ela tem 25 anos, se tornou jornalista, mas ainda nunca foi beijada. E agora vai voltar à escola, e passar pelos mesmos traumas, ou seja, uma eterna musa nerd! Mas dessa vez, o final é feliz! EEE!


Megan Fox
Ahn, nerd, Megan Fox? Sei. Ela jura que é viciada em quadrinhos, frequenta eventos nerds e desfila por aí com óculos de armação grande. Tá bom, a gente finge que acredita. O fato é que a bisca não para de aparecer em adaptações de quadrinhos para o cinema, e afins como Transformers, Jonah Hex e Garota Infernal, e, automaticamente, se tornou a musa dos nerds. Hunf.



Amy Farah Fowler, Big Bang Theory
Há um tempo, criaram o personagem nerd perfeito, Sheldon Cooper. Não era possível melhorá-lo, ou melhor, era sim: fazendo uma versão feminina dele! Amy! [Não é a Blossom :( ]. Amy é uma neurocientista (aliás, sua interprete é uma neurocirurgiã, seria, também, uma musa nerd?), e tão inteligente, sistemática e nerd quanto o Sheldon. Tá certo, talvez um pouco menos, a moça não lê quadrinhos, e não é fã do Spok, até onde eu sei. :/


Velma, Scooby Doo
Tá, aí cria um dilema existencial: Daphne x Velma, ou, mais profundamente, Patricinha x Nerd. É difícil, hein. Confesso que sapatinhos lilás pesam um pouco mais sobre mim. Mas, os óculos fazem da Velma a super nerd do grupo. E tenho certeza que nerds mais roots do que eu preferem ela!!!! A Velma é demais, ela é, obviamente, a mais inteligente (talvez a única) e sempre resolve os mistérios usando a lógica e seus conhecimentos científicos. Quer dizer, nada é páreo para ela, pelo menos não seria se ela não perdesse seus óculos frequentemente.


Hermione, Harry Potter


A bruxinha mais inteligente, e cdf do Reino Unido! Passa seu tempo livre na biblioteca, já leu praticamente todos os livros do acervo de Hogwarts, é a primeira a levantar o braço quando um professor faz uma pergunta e, quem diria, usa até artimanhas ilegais para assistir mais de uma aula ao mesmo tempo. Sinto dizer, boy who lived, mas se não fosse pela Hermione, e seus conhecimentos sobre tudo, você não teria sobrevivido tantas vezes, diante daquele-que-não-deve-ser-nomeado!

Jill Thompson


Ela não é só musa ela é a própria criadora, roteirista e desenhista de quadrinhos!!!! Bom, humildemente ela trabalhou com nada mais nada menos no mundo nerd do que Neil Gaiman, com histórias paralelas ligadas ao universo de nada mais, nada menos do que Sandman - "Os Pequenos Perpétuos"!!!!! Precisa dizer mais alguma coisa? Não, mas dizendo mesmo assim, ela desenhou para séries como Monstro do Pântano (s2 s2 s2 s2 s2) e nossa deusa *todas de joelho fazendo reverência* Wonder Woman! Ganhou vários prêmios, dentre eles, um *Eisner*, e é casada com Brian Azzarello, outro quadrinista - autor da série 100 Balas.

Trillian, O Guia do Mochileiro das Galáxias
Ela!!! Como não poderia deixar de ser, a musa da galáxia, criação do todo poderoso e homenageado Douglas Adam e personificada pela Zooey Deschanel: Trillian!!!!!!! Ela é astrofísica e deixou a estilosa inglaterra, para um jornada pelo universo, com um peguete extra-terrestre de duas cabeças. Entende tudo de engenharia espacial e de controle de espaço naves. Conquista o coração de todos os nerds, e causa inveja em todas as nerds. Musa!


Esqueci de alguém?????

Beijo, Micheal Cera!!!!!!!!

domingo, 22 de maio de 2011

Cute feminism

Todo mundo sabe que eu sou fãzoca, tieti da Kate Nash! Mas, fiquei especialmente feliz esses dias, quando, lendo seu blog, e acompanhando as notícias, fiquei sabendo de seu novo projeto. Trata-se do Kate Nash Rock 'N Roll for Girls After School Music Club, uma das coisas mais legais que já vi. Kate, que é pianista, guitarrista, cantora e compositora, estava incomodada com o fato de que grande parte das cantoras mulheres não compõe suas músicas, e que apenas 14% dos músicos que fornecem músicas e ganham dinheiro com o Performing Rights Society, são mulheres. Motivada por isso, e inspirada por Kathleen Hanna (nossa deusa) que fez algo semelhante nos EUA, Kate decidiu visitar cinco colégios só de meninas, fazer pequenas apresentações, conversar com elas, e incentivar novas musicistas. Vocês imaginam como isso é demais? Nesses encontros ela fala sobre grandes exemplos inspiradores, como Patti Smith, Bjork, Joan Jett, mostra filmes de mulheres tocando ao vivo e toca algumas músicas, também.

Em seu blog, My ignorante youth (tem ali em baixo nos meus links), ela relata seus encontros, põe fotos, fala sobre as meninas. Ela conta que muitas chegam para ela e se abrem mesmo... contam que sofrem bullying, mostram suas músicas, falam sobre suas bandas, e algumas simplesmente não acreditam que possam se tornar musicistas. Kate, então, conta os problemas que teve de enfrentar para começar sua própria carreira; que no início, ela também achava que não poderia ser compositora, e como ela, influenciada por bandas punks, percebeu que não precisava ser uma poetisa para isso.

Eu sei, todas as meninas sabem, e todos os meninos também, o que significa ter um ídolo na infância. Como eu até já disse aqui, eles influenciam muito nossa vida, nossas escolhas, nosso comportamento  (eu, por exemplo, era fã da Sandy, tá aí né). E se já fazem isso estando super distantes, quando você pode vê-los raramente em um show, imagina vindo em sua escola, conversar com você, dizer "oi, você é legal, tem talento, não liga pros seus amiguinhos idiotas e tal". Eu, que sempre fui mongol para essas coisas, ficaria, no mínimo, histérica de emoção. Acho muito muito muito importante essa iniciativa. Kate Nash é uma fofa, sem dúvidas! Mas é também uma fofa feminista! E não só no sentido de ah, morte aos homens. Mas no de criar um mundo melhor, usar seu "poder" para transformar a vida de meninas, e pensar, não só em sua carreira, mas no mundo da música, principalmente como um espaço para a mulher se expressar, e exercer seu talento e criatividade.

A matéria completa está aqui, e no blog da Kate. Visitem!

quarta-feira, 18 de maio de 2011

alô alô marechal!

Estreou semana passada, na Tv Brasil (atenção, não é Canal Brasil, é Tv Brasil, canal 116 na sky), a série Natália. Fiquei muito feliz com essa série por um motivo especial: ELA SE PASSA EM MARECHAL HERMES, minha gente, minha terra natal! É a história de uma menina do subúrbio, de família evangélica, que está iniciando sua carreira de modelo. É uma situação bem delicada, e Natália tem muitos desafios a enfrentar, começando por suas próprias limitações. Enquanto a irmã sonha em ser modelo, Natália é garçonete, evangélica, está noiva e tem certas ressalvas quanto a profissão. Tudo começa por acaso, quando ela vai a uma agência acompanhando a irmã, mas sua incrível beleza rouba a atenção de um agente, interpretado por Cláudio Lins. A atriz que interpreta Natália é a princess Aisha Jambo. 


Além dos conflitos que isso promete gerar com a irmã, ela tem ainda o pai, um fervoroso pastor evangélico, e um noivo, que planeja uma vida a dois enquanto a vida dela promete tomar rumos que nem ela mesmo sabe. Tudo isso em um cenário realíssimo de Marechal Hermes! Ai, lindo. Aliás, Marechal e arredores: galerias em madureira, estações de trem... Super legal reconhecer tudo isso. Hehe



E a série é super bem feita. É bem diferente dos padrões globais. Ela é realista, retrara o subúrbio sem dramas excessivos e sem paródias. Tem comédia, coisas divertidas, com as quais o telespectador se identifica e tem drama. Tudo na dose certa. A produção é boa, são grandes atores conhecidos (Cláudia Ohana, e outros que eu não sei o nome haha!). E a série promete ainda mais: um dos primeiros (sei lá a quantas anda essa estatística...) beijo gay entre homens - já tem até dia: 17 de Julho.

E ainda tá no segundo episódio, dá tempo de acompanhar. Domingo, às 22:30. Não percam!

Falando em Marechal, acho muito pertinente lembrar que tá passando Rio, do diretor Carlos Saldanha, também marechalzense! Meu conterrâneo, galera! Parente!! É claro que todos já sabem desse filme, ou já devem ter visto. A questão é que Rio foi um filme muito criticado por sua essência pouco brasileira, mesmo tendo um diretor brasileiro & suburbano (aquele mesmo lenga lenga, que me cansa, de "o brasil não é só isso....") e eu quero, aqui, defender meu vizinho.

Sem entrar em méritos de bom ou ruim, Rio mostra o Rio dos gringos, afinal de contas o filme é uma produção gringa. E foi eficiente nisso. Minha única insatisfação, nesse sentido, é quanto a música, que poderia ter sido muito menos cara de black eyed peas e mais de Carlinhos Brown, uma vez que a música brasileira faz muito sucesso lá fora. Mas voltando, as paisagens são impecáveis, e ele explora elementos que tornam nossa cidade mundialmente famosa e querida: samba, praia, futebol, bunda! E hoje em dia, é claro, as favelas também não poderiam ser deixadas de lado. E que bom, fico orgulhosa por todas elas, mesmo sabendo que Rio não é só isso.

Muitos são os Rios de Janeiro, ou melhor, muitas são as coisas em um único Rio. É impossível, até para um carioca, conhecer ou contar todas. Eu mesma, só fui ao Maracanã uma vez, e no show da Madonna(!!!!). E Provavelmente, Amy Winehouse e Anne Hathaway conhecem mais da boemia de Santa Tereza do que eu. Fazer o que, bitches! Mas eu sei o que é andar de kombi!, o que é sair do trem às 18h na central (permaneçam sentados, SÉRIO!), sei o que é ficar 2 horas dentro de um ônibus na avenida brasil.... Isso não seria muito legal num filme. Talvez num drama! Ou em um bem experimental.

Se você quer conhecer um Rio mais tenso, veja Cidade de Deus, Tropa de Elite. Se quiser conhecer uma versão mais cool, alternativa, talvez Histórias de amor duram apenas 90 minutos. Uma vida rica e chique na alta zona sul, só com a nata carioca (xi dessa eu conheço menos que o will i am)? Manoel Carlos! Mas se você quer saber um pouco mais da vida normal no subúrbio..... veja Natália. É muito bom!

domingo, 15 de maio de 2011

Versões femininas

Mulheres cantando homens. Versão original x Versão feminina. Quem ganha? Ui, desafio!!!


10º Last Goodbye
Original: Jeff Buckley
x
Cover: Scarlett Johansson

Resultado: Scarlett, por favor delete este vídeo e não nos aborreça mais! JEFFFFFF BUCKLEY.

9º Smells like teens spirit
Original: Nirvana
x
Cover: Tori Amos

Resultado: T...Tori... Tori A... não... Tori, me perdoa, eu queria mas não posso, fracassei! Nirvana, grunge is not dead wins!


8º Everybody's changing
Original: Keane
x
Cover: Lily Allen

Resultado: Lily!

7º No Surprises
Original: Radiohead
x
Cover: Regina Spektor

Resultado: Regina! - Afinal de contas, é mais saudável para nosso psicológico. Com essa versão a gente chora, mas preserva nossos pulsos!

6º Refazenda
Original: Gilberto Gil
x
Cover: Cibelle

Resultado: Cibelle!!!! - Ah, vai uma interpretação muito boa da música.

5º Lotta love
Original: Neil Young
x
Cover: She & Him

Resultado: She & Him!!! - Desculpa Neil, sua música é ótima e ÚNICA e exclusivamente essa música ficou melhor ainda nos vocais suavisíssimos da Zooey (e do M Ward - as versões são FEMININAS mas ele sempre terá lugar neste blog ;)!!!!!!).

Fluorescent Adolescent
Original: Arctic Monkeys
x
Cover: Kate Nash

Resultado: Kate Nash!Kate Nash!Kate Nash!Kate Nash! E tenho dito!

3º Angel
Original: Jimi Hendrix
x
Cover: Fiona Apple

Resultado: Fiona. - Sim, eu sei, qualquer ser no mundo apontaria Jimi Hendrix como vencedor dessa batalha. Mas sou eu, incapaz de deliberar qualquer coisa que envolva o nome de Fiona Apple. s2 Ela vence forever.

2º My generation
Original: The Who
x
Cover: Patti Smith

Resultado: Patti Smith. [Só por força do hábito]


1º: I put a spell on you
Original: Screamin' Jay Hawkins

x
Cover: Nina Simone

Resultado: Empate. - Nina Simone fez uma interpretação marcante, gostosa de se ouvir, mas a de Jay Hawkins é MUITO MANEIRA.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

As musas do muso

Eu estava reparando...
Jack White é o rockstar dessa geração. Um dos maiores símbolos do rock'n'roll alternativo dos anos 2000. Ele é venerado! Já se tornou um guitar hero. Não para de se envolver em projetos, tá sempre metido em alguma banda ou produção nova e é muito talentoso. Mas, sabe, né... o foco aqui não pode ser ele. Eu estava, então, reparando uma característica peculiar... Reparem que ele está sempre relacionado a alguma diva. Acho que ele é um grande admirador das mulheres! U-hul!

As mulheres de Jack White

Tudo começou com o White Stripes, que surgiu no fim dos anos 90 e estourou no período indie dos anos 2000! Na verdade era uma dupla, que fazia rock'n'roll influenciado pelo blues. E aí vem sua primeira musa: Meg White, a baterista. Dizem que Jack White é muito roots, e faz um rock'n'roll bem cru, talvez por isso, a proposta era ter uma baterista que não sabia tocar bateria. E eles tinham uma estética legal, usavam sempre as cores vermelho e branco. Deu certo, né? Porque a banda fez muito sucesso, consagrando o Jack e deixando um legado de fãs, fanáticos por qualquer coisa, das muitas, que ele faria no futuro. Mas a banda também transformou a Meg na queridinha dos indies [eles participaram do filme Sobre café e cigarros ---> cult]. Os dois tinham um charme juntos, acho até que uma relação bonita meio sandy&junior incestuosa/fraternal. Fofos.



Depois veio o Dead Weather, em 2009, quer dizer antes ele teve o Racounteurs (que inexplicavelmente é o que eu acho mais legal), mas não vem ao caso, né? A musa da vez é vocalista, Alison Mosshart, também da banda The Kills. Ela é ligeiramente parecidinha com a Meg, vocês não acham? Mas agora o visual é black, dark, pesado, junkie rock'n'roll... Eles misturam um pouco de hip hop, e fica uma coisa bem barulhenta, suja, e distorcida. Os clipes são meios darks, é legal. A Alison é bonita, estilosa, meio estragada e se encaixou com a proposta da banda.




Daí vem a Karen Elson, a super diva, linda, ex-modelo. Ela não tem uma banda com o Jack, mas é nada mais nada menos que sua wife s2. Que bonitinho. Inclusive, eles se conheceram durante um clipe do White Stripes e casaram aqui, no Brasil, gente! Mas enfim, sua relação com Jack, é também musical. Em 2010, ela lançou seu primeiro cd The ghost who walks, bem bacana, com influencias country e folk. Jack White, é claro, foi o produtor (quem não exploraria um rockstar dentro de casa?) mas as músicas, ela garante que compôs sozinha, e mais: escondida, o marido só descobriu quando estavam prontas. E fez músicas boas, canta bem e toca violão. Bom, ela, pode-se dizer com certeza, é uma musa inspiradora!
Aliás, Jack também dirigiu o charmosíssimo clipe.


[Só pra constar: eu A D O R O essa música.]

E por último (aqui, mas tenho certeza que ele trabalhou com muitas outras damas, afinal esse homem não para, né...) Jack lançou o quarteto feminino The Black Belles. Ele apadrinhou as moças, produziu o primeiro álbum (pela sua gravadora, Third Man Records), lançado em 2010, e, pra variar um pouco, dirigiu o clipe. Dá pra ver que tudo tem um pouco a cara dele, desde a sonoridade, passando pela a estética dark do clipe, até o visual das meninas que lembram, assim, ligeiramente Meg White, e Alison. Bom, não sei se elas já estão seguindo o sucesso do Godfather, mas a música é legalzinha e pode ser encontrada por aí.



Retificando, então: ao lado de um grande homem, sempre tem várias musas!