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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Eu odeio dia 15 de Julho!

A inspiração Anne Hathaway começa pelo fim: Um dia!
E começa mal...

Quando esse livro surgiu, eu achei que fosse um romance cool, com um quê de "atual" e aquele charme retrô (anos 90... iei). Mas é como se fosse tudo isso + o Nicholas Sparks. Muahaha, brincadeira, isso só se o Luciano Huck resolvesse escrever um livro.

Mas não é nada disso! Um dia não é nada, só um bando de coisas desconexas e sem importância acontecendo. 
Tem um casal, mas na metade do livro você ainda se pergunta se essa é uma história de romance mesmo, ou se ele inaugura um novo estilo literário chamado "amizade". É uma sessão de desencontros entre um playboy babaca e uma menina super legal e sofredora, que são melhores amigos - a menina, claro, apaixonada por ele desde sempre. E parece que eles se gostam, mas não mais, e depois quase se gostam de novo e tal e um monte de coisa deprimente vai acontecendo. Ok, é um retrato da juventude frustrada que só se fode. Mas isso não é bem conectado à história. Fica muito tempo acontecendo várias coisas que, na verdade, são a mesma, só pra mostrar como a juventude pode se foder de duas formas: declaradamente (e com orgulho) ou disfarçadamente (e sem orgulho).

O livro é longo e cheio de pequeninos detalhes que só acontecem pra te fazer ler 5 páginas a mais, mas não fazem diferença! No final, nenhuma deles vai ser mencionado para deixar a coisa romântica. E você vai dizer que o autor fugiu de clichê. Mas os clichês estão na filosofia!!!!!!

Acontece uma série de coisas que dão o ar verossímil e dão margem para as lições de moral que todo livro deve ter, certo? Mas as coisas não tem importância na história, e certas vezes nem continuidade, parece que o autor só joga todas essas "lições" no meio da história, perdidas. É como uma grande reunião de comunidades filósficas do orkut: Carpe diem!; Não trate como prioridade quem te trata como opção; A vida ensina; Não deixe pra amanhã o que você poder fazer hoje; Antes só do que mal acompanhado. Tudo isso serve pra porra do Um dia.

Sem contar que, se eles esteve evitando clichês ao longo da história, no final ele usa todos os mais piegas! E se tem algo de bom, é no capítulo onde a big thnig acontece, cara, tem um clímax ali!!!!!!! Fiquei nervosa. Mas não triste, não venha me dizer que aquilo é triste.
O final é só mais uma coisa perdida na história.
É dramático, mas não forte, nem emocionante. E principalmente, não quer dizer nada. fiquei mais comovida pela curiosidade do que pela tristeza.

Aliás, acho que é isso: Um dia não diz a que veio. Que história ele quer passar? Todas as comunidades de orkut juntas?
Você que gostou muito pode até dizer: "mas é pra você ver que a vida é assim, quando se menos espera, bang."
Desculpa, David, mas isso já não é novidade para nenhum ser humano. Eu já sei que todos podem morrer a qualquer momento. O Meu primeiro amor ensinou isso antes e de forma mais comovente que você.

É claro que a Emma é MUITO LEGAL. Mas cá pra nós, QUEM NÃO É LEGAL sendo: jovem, alternativa, engajada, diferente de todas as piriguetes, inteligente, cult, que ama de ler e escrever? AH VAI! Porra, quem não seria legal desse jeito? A TAMMY GRETCHEN SERIA! E o Dexter é um babaca, puta que pariu. Odeio gente assim, que está fazendo merda, percebe que está fazendo merda, se sente mal por estar fazendo merda, MAS CONTINUA FAZENDO MERDA. E no final ele volta regenerado HAHAHA.

A NARRATIVA... "OH, ele só vai narrar um dia"... grandes bosta! Isso não trouxe nada de interessante à história, a não ser o fato de nos poupar dos outros 364 dias dos 20 anos (nossa, isso daria muitos dias!). Mas o Davi não usou isso de forma criativa, a cada ano que se passava, praticamente nada acontecia, de forma que não foi nenhum desafio resumir tudo em um dia.

Enfim, não não não gostei.
Isso é o que você consegue por comprar um livro pela capa :P

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O filme é diferentemente péssimo. Nossa, que correria. Que porra é aquela deles entrarem em casa, começarem a se pegar e no mesmo minuto já estarem conversando: "e aí, vamos mudar o mundo?"
Eu gostaria de saber como é assistir àquilo (e entender) sem ter lido o livro. Ele usa quase as mesmas falas do livro e isso às vezes irrita. Parece que foi só pra passar o livro pro cinema com menos informações (tipo, "gostou? quer saber mais? você pode achar a história completa aqui" e não é disso que deve se tratar uma adaptação cinematográfica, na maioria das vezes.)

A Anne se destaca pouco, e pra mim estava meio deslocada do cenário inglês. É todo mundo muito inglês, como o Jim Sturguess (OMG) e ela tem jeitinho e carinha (e sotaquezinho) de americana, né? Além da aparência feia demais (tá, eu sei era o papel...) e tal... mas o Jim, nossa, quando ele ficou tão legal? Vocês repararam como ele é alto e magro? Que divertido, e com figurino anos 80~90, então...

Os dois jovens e bonitinhos own cuti cuti

uma das coisas que me fez ver/ler: foto linda

Anne bonita

Anne brega/Jim com um charme brega

Jim charmosíssimo com esse visual anos 90!



terça-feira, 15 de novembro de 2011

Não sei o que falar

Oi, gente.

Estou de mal com o mundo, então, vim postar.

Tudo começou quando eu fui dormir 18:30 de hoje, ouvindo um disco muito bacana que um amigo indicou. O disco é foda. Tudo bem que ouvir música dormindo é foda porque você não escuta nada, mas com certeza entrou no meu subconsciente.


Mas aí dormi e agora estou sem sono, sem animo, sem amor.

Em retrospectiva, vi a série de terror nova da FOX, mas na verdade quase não vi nada porque estava muito empolgada procurando acessórios STEAMPUNK no ETSY. Achei vários, só estou em dúvida ainda. hahaha Mas certamente essa será minha nova estética! Isso porque estou lendo um livro chamado Mortal Engines, da Novo Século, que é puro steampunk e muito maneiro, mas tem uns erros MUITO feios de edição que tiraram um pouco a minha animação. E eu parei de lê-lo momentaneamente. Na verdade também estou com muitos trabalhos para a faculdade (AI UNIVERSITÁRIO DEVE SER UMA COISA CHATA, NÉ, SEMPRE O MESMO PAPO), e aí fico me sentindo mal de ler uma coisa quando deveria estar lendo outra coisa e acabo não lendo nada e sofrendo de tédio. Vi 2 broke girls que finalmente teve um episódio legal. Gostei muito. Acho que todo começo de série é meio chato, né? Ah, não posso esquecer de dizer que antes disso me recusei a assistir Walking Dead. Hehe

Também vi um filme legal: Beleza Americana. Um filme belo, inteligente, divertido e engraçado. Roteiro foda que levanta tantas questões sociais que não dá para mensurar. Às vezes eu acho que consigo viver fora dos "padrões" e das neuras sociais tanto quanto eu desejo, vendo todo mundo por cima e analisando as falhas alheias, e fico satisfeita, mas é provável que eu esteja só sendo patética e medíocre. [Bom, talvez isso faça alguém rir da minha cara, mas sei lá, né...] O negócio é que se um dia eu escrevesse alguma história ou roteiro eu queria que fosse algo assim: uma trama costurada e muito conteúdo por trás de tudo.

E lá encontro a famosa garotinha do filme do macaco ladrão da minha infância querida que os anos não trazem mais. Ela também fez Mundo Cão (com a Scarlett), que vi recentemente. Dormi. Ah, no Beleza Americana, eu não dormi, e tipo, eu durmo em filmes bons, mas o fato deu não ter dormido prova que o filme foi mais do que o comum de bom. Mas isso me lembra que eu quero muito ler a nova HQ que saiu, Mundo Fantasma, que deu origem ao filme Mundo Cão.


É a história de duas amigas, uma mais legal que gosta de artes, etc...

E eu quero muito de ler porque essas histórias de menininhas alternativinhas e independentes fazem eu me sentir poderosa.

Fiquei muito irritada porque decidi comprar um livro do Jorge Luís Borges.

E bom, isso foi tudo que eu pensei hoje. A última coisa foi que decidi fazer uma maratona Anne Hathaway. Eu sou idiota, mas vou fazer. Porque, sabe, um dia ela vai morrer e certamente vai se tornar um ídolo, tal qual Audrey Hepburn, que a gente não para de idolatrar por aí. Então, por que não fazer isso enquanto ela está viva, linda, na flor da idade, PRESTES A SER A MULHER GATO AI MEU DEUS.

E eu adoro ela, tanto que aprendi a escrever seu nome difícil pacas, sem copiar do google! Então, assistirei a todos os seus filmes que ainda não assisti e vou comentando aqui. O último, claro, em Dezembro: Um dia, que também é um livro. Eu já estava, claro, tentada a comprar o livro, quando saiu, mas resolvi não comprar por motivos como... mais um bestseller (nada compra, mas isso faz com que eu não tenha pressa para lê-lo) e nada de mais. Até que o "nada" virou Anne Hathaway fazendo o filme: minha decisão já mudou. Até que eles me aparecem com isso aqui:


Não é só por causa da Anne e desse inglês fofo do Across the universe cujo nome eu não sei, mas a capa está mesmo linda.

Motivos suficientes, me convenceram, comprei na primeira vez que vi vendendo. Agora vou lê-lo antes de ver o filme e ele entra na sessão de posts sobre ela, combinado?

E isso, sim, foi tudo o que eu pensei hoje.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Post rápido e urgente!

Oi, gente!
Esse é um post rápido e urgente, como diz o título.

Gostaria de pedir um favorzinho pra vocês, mas esse é um favor divertido, e ainda vale um prêmio no final.
Meninas que gostam de ler: respondam esse questionário, é rapidinho e divertido. E as 100 primeiras concorrem a um livro Elixir, da Hilary Duff!!!! =)
https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dE9OUG5rTHJyM0twS05XVkdKM1h3ZWc6MQ

E, se puderem ajudar mais ainda, indiquem esse aqui para os papais ;D
https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dGZRNDNGTHM4M28zc3Q5RjdBSzJDOUE6MQ

MUITO OBRIGADA! =)

domingo, 30 de outubro de 2011

Insignificância produtiva

Só há uma coisa menos produtiva do que dia de semana: fim de semana. E só há uma coisa menos produtiva do que fim de semana: eu!

Não quero entrar nessa de criticar a rotina, porque ah, como eu adoro essa bruxa. Nada como se preparar para a aula chata de terça, esperar pela mesma lanchonete da quarta e benvinda sexta-feira! Mas, fazendo uma análise de fatos: a faculdade não me permite ler, o estágio não me permite estudar, a internet suga a minha concentração e a minha preguiça reina sobre todo o resto, me faz prisioneira e ainda me cria uma síndrome de estolcomo. Aí chega o fim de semana, os dois dias em que obrigatoriamente vou fazer o que não fiz durante a semana: dormir, namorar, leitura por prazer, leitura para as aulas, trabalhos e filmes [reparem que eu não inclui festa, social, sair com amigos, porque aí é querer demais]! Tudo isso, obrigatoriamente. Mas é claro que só o que acontece é nada e você acaba desobedecendo o seu professor universitário interior com suas tarefas para seu próprio fim de semana, se sentindo mais inútil e feliz do que a Paris Hilton. Dois dias deitada na cama! Hm, que prazer terrível, que culpa deliciosa!

Mas se tem uma coisa que eu/você e todo mundo, dependendo do meu grau de entendimento de ser humano, adora é falhar em missões chatas. Não é sofrimento algum fechar o Word e abrir o facebook mesmo sabendo que você corre o risco de entregar uma bosta de trabalho, ou de passar a noite em claro terminando-o. Esse é o momento feliz de digitar o trabalho no Word de um computador com internet. Não é sofrimento fechar o livro, virar pro lado e dormir. Não é sofrimento decidir ainda dormindo que não vai levantar e vai, sim, faltar seu compromisso chato.

Isso tudo é muito legal, o chato mesmo é quando você deixa de fazer as suas coisas legais. E aqui chegamos ao meu caso. Estou de saco cheio de ler! Que ninguém me ouça falar isso, mas estou sem saco. Acho que li um livro inteiro esse mês e blargh, falta-me vontade. Nem lembro, (para pra pensar....) não lembro mesmo quando foi a última vez que fui ao cinema. Mas tudo o que eu quero fazer é sentar, deitar, rolar na cama e esperar essa fase chata passar. Não me entendam mal, não estou deprimida nem nada... só estou sem saco. Pensem comigo e vejam se não faz sentido: estou cheia de livros legais para ler... por que não esperar uma fase em que eu possa me deitar, num dia azul, em uma praia limpa, bonita e deserta, e lê-los o dia inteiro, tranquilamente?

Estou há um tempo sem postar. Acho que porque li o blog do meu professor, que diga-se de passagem escreve para a Brravo, sabe tudo de livros bons, critica todas as minhas humildes sinopses de livros já lidos e relidos e escreve tão bem que eu nem consigo entendê-lo. Li o blog dele e ainda penso que tenho um blog, e que falo sobre lite...ra...tura... AI, não quero nunca mais aparecer!
Mentirinha, porque eu não sou assim. He he, tenho consciência da minha insignificancia e estou ok com ela. Tudo bem eu não escrever uma linha, tudo bem eu não ganhar dinheiro, tudo bem não ter sucesso copiando um fucking corte de cabelo da Zooey Deschanel. O chato mesmo é ser medíocre num troço ""fácil"" como ler. Sabe como resolvo isso? Com a coisa que mais gosto de fazer, não me enjoa nunca e não ajuda em nada: comprar livros... quer dizer, estou sem dinheiro... procurar livros para futuramente comprá-los. Acabei de conseguir uma penca de séries e filmes (não posso dizer como, pois é ilegal) que futuramente vou ver. Ahn, essa é a minha solução de vida: me entupir de coisas que não consigo fazer. IUPI.

Mas, enfim, esse post foi meio sem propósito. A não ser para concluir que você não é obrigado a ler o tempo todo, só porque você supostamente gosta de ler. Mas como esse conceito já está entranhado em mim, é difícil me convencer do contrário. Mas eu vou ler quando quiser, e não venham me pressionar. Porque ler não é uma obrigação, ou uma competição, vocês me entendem? Vou usar isso na minha tese (ahhn, do jeito que andam as cosas bem futuramente! Por enquanto acho que pode servir para um mísero trabalhinho mesmo). 

A não ser também para homenagear um cara, que talvez seja meu mentor de reclamações de insignificância produtiva. Ele tanto reclama, mas FEZ ESSA MÚSICA um dia desses e eu queria que todos os que visitam meu blog vissem e gostassem.
Quer dizer, eu não consigo nem conceber capturar os sonsinhos perdido no espaço e juntá-los numa sequência, dando origem a alguma coisa que a gente realmente consegue escutar e alguém ainda chama isso de marasmo. Hehe. Cada um com a insignificância que merece, né?



Ou, em outras palavras: Porran... se isso é tá na pior... que que quer dizer tá bem, então??? (só pra esse post não ficar pouco feminino demais)

domingo, 9 de outubro de 2011

Jane Austen vovó

YEAH!

Gostaria de comemorar muito! Porque uma grande coisa na minha vida está prestes a começar!! A partir de amanhã serei a nova estagiária da BestSeller e isso me faz tão feliz quanto se é possível estar. Finalmente no mercado editorial! YEAAAAH!

Então, vou fazer um post! Porque pode ser que, a partir de agora, eu não tenha tanto tempo e porque tenho uma coisa legal para falar.

O tema de hoje é Jane Austen... e algumas outras coisas!
Ela rende muito assunto, assim como Brigdet Jones. Mas hoje, elas estarão juntas.

Estava o lendo clássico Chick litício O diário de Bridget Jones e BANG! EUREKA! Me caiu uma ficha milionária! Eu percebi uma coisa tão legal, tão interessante e tão óbvia que não sei se todo mundo já sabe. Nem dei uma googleada porque fiquei com medo de todos já terem falado sobre isso.

Então, vou fingir que sou original, gênia e coisa e tal. Vamos à minha tese.

É verdade universalmente reconhecida que Jane Austen influenciou muito toda a literatura, principalmente a feminina. E não só porque todas as meninas amam, não só porque que suas obras são referência para leitoras e autoras mulheres. Orgulho e Preconceito tem mais poder sobre O diário de Bridget Jones do que imaginamos!!

A autora que deu origem aos livros Chick Lit, literatura de mulherzinha, e chamem como quiser, Helen Fielding, faz referências bem claras à obra de 1813: Bridget comenta sobre o clássico e sua adaptação televisiva, e, claro, o nome do personagem Mark Darcy (amor de todas nós). Mas a influência vai muito além disso. Eu arrisco dizer que toda a história de Bridget é nada mais que uma adaptação contemporânea da de Elizabeth Bennet. É claro que as protagonistas são bem diferentes e o formato, também. Fielding escreveu seu romance na moderna forma de diário (contemporânea, mas não tão legal). O diário de Bridget é, portanto, uma releitura, uma homenagem, mas não uma cópia.

Mas, então, quando chegamos ao prezado Mark Darcy, nos damos conta: ele é o mesmo personagem de Jane Austen! Atente para a revelação: Mr Darcy = Mark Darcy e melhor ainda = AMBOS SÃO COLIN FIRTH! É MUITO AMOR PARA POUCOS LIVROS! S2

Foi óbvio? Mas deixem-me continuar.

Bom, eles são absolutamente o mesmo. Se alguém souber alguma diferença, pode falar! Ambos mantém uma relação de implicância com as mocinhas. Mas no final, ambos se revelam a coisa mais perfeita, cavalheiresca e apaixonante do mundo! Apesar do "antipatismo" mais atraente da literatura, os Darcys estão sempre presentes para as moças (Já repararam o quanto isso é perfeito? Quem nunca esteve in love e passeando no shopping, na loja de cama e cozinha, com a mãe, e se pegou imaginando: aaaaaainn... imagina se "ele" aparece por aqui...... Bem, com as sortudas, Bridget e Elizabeth, isso acontece mesmo!). E quando tudo dá errado, eles estão lá. Quando a irmã de Elizabeth e a mãe de Bridget se metem em encrenca, eles que resolvem.

E ainda... em Orgulho e Preconceito, o outro pretendente da mocinha, concorrente de Darcy, foi quem ferrou com a vida dele no passado, fugindo com sua irmã. Lembram? Assim como, Daniel Cleaver, a perdição de Bridget, tem um caso com a esposa de Mark. É perfeito.

E pra completar e matar a leitora/espectadora melodramática de tanto amor, eles colocam o princípe encantando inglês em forma de homem nas duas adaptações. Quando eu li Orgulho e Preconceito tudo o que eu pensava era: *COLIN FIRTH! COLIN FIRTH! COLIN FIRTH!* Mas eu nunca tinha visto o filme e nem sabia da existência da série. Depois eu descobri que o filme não é com ele e foi uma decepção total. Depois eu descobri que tinha uma série que era com ele e ficou quase tudo bem. Depois eu descobri que a Bridget cita o próprio ator no livro e, então, chamaram ele para fazer o filme e ele também fez a série e TUDO FEZ SENTIDO, num eterno loop de Colin Firth! Ai, que catarse!





Voltando à minha tese, se Helen Fielding, com O Diário de Bridget Jones, é a mãe da Chick Lit, e Orgulho e Preconceito foi o grande embrião de sua obra, Jane Austen é a AVÓ!

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Restrições Literárias

Antes de tudo:
Tá achando o blog feio? Sem graça? Não aguenta mais olhar pra essa mesmice? Está lhe dando náuseas?
À mim, também. Por favor, se ofereça para fazer um novo layout. HELP ME. To aprisionada. Não aguento mais!

Acho que um mal/um bem que aflige a população viciada/que gosta de ler é querer ler tudo o que vê pela frente.

Elogiado pela crítica? Quero ler.
Elogiado por seu professor ultra mega intelectual conceituado das Letras? Quero ler.
Resenhado num blog? Quero ler.
Seus amigos inteligentes citam fingindo que lêem? Quero ler.
Tem a capa bonita? Quero ler.
Concorrente do Crepúsculo? Quero ler.
Tem cem páginas? Quero ler.
Lançamento? Quero ler.
Super promoção de R$ 9,90 no Submarino? Quero ler.

Eu sou assim. Não posso evitar querer ler tudo o que vejo pela frente e acabo lendo muita porcaria. Mas podem confiar em mim, porque tenho bom gosto, juro.

O fato é que tenho meus pontos fracos. Livros que eu olho, olho de novo, leio sobre, vejo promoção e não tchum!!! Aquele foguinho dentro de mim nem faísca.
Não, eu absolutamente não tenho preconceitos. Apenas "restrições".

Este é um post-confissão, e também um pedido: DESPERTEM MINHA VONTADE!

Vamos lá, então. 

Eu não tenho vontade de ler

Ágatha Christie
Me perdoeeem! Eu quero mudar!
Eu sei que ela é a RAINHA do crime, mas eu nunca li, e nunca tenho vontade de ler. Eu sempre me obrigo a olhar a variedade de títulos dos livrinhos pequenininhos e baratinhos da L&PM Pocket. Vejo, vejo, vejo... e cadê vontade? Eu me sinto maaaaaaaal! É muito triste! Mas eu tenho uma justificativa (não)... eu não gosto de romance policial. (COISA CHATA, ufa desabafei)
Eu me sinto problemática. Ouço pessoas comentando suas leituras policiais: "Eu não conseguia largar o livro", "To louco de curiosidade", enquanto eu penso comigo mesma: "Não, não quero saber quem matou seu amante", "Desculpa, eu poderia ler até o final, mas é que não me importo!", "Eu poderia fechar o livro right now e não faria nem um pouquinho de diferença" - Eu já fiz isso.
Mas eu planejo romper essa barreira dentro de mim. O escolhido foi:
Não me perguntem porque. Não perguntem quando. Mas um dia vou ler.
Quer dizer, se for o livro errado, ME DIGAM. Se houver um mais apropriado, ME INCENTIVEM. Eu me sinto em falta com a Literatura Feminina!

Marthinha Medeiros
Hm, bom, eu odeio Martha Medeiros.
Posso estar errada. Minha única relação com ela foi numa crônica de jornal e no seriado e filme Divã - mas quase não vi também.
Me desculpem, mas na minha opinião, ela é uma pseudo-intelectual/pseudo-feminista. Eu gosto de Chick-lit, mas o que ela faz é um Chick-lit com lição de moral no fim, para: mulheres maduras, modernas E inteligente; que não se permitem serem só erradas, engraçadas ou escrachadas. Não presta. Leia Chick-lit para se divertir e não para tirar daí uns minutos de sabedoria de Ana Maria Braga. Vocês podem mais.
Rival maravilhosa: CLAUDIA TAJES.

O homem que não amava as mulheres
Poxa, sabe. TODO fucking mundo que eu ouço falar desse livro, fala bem. Mais que isso, fala: "É incrível, sensacional, não consigo parar de ler". Esse "não consigo parar de ler" é crucial porque se TODO mundo diz isso, meu irmão, alguma coisa tem. Mas eu sou tão tentada a não ler. Não quero, a não ser por essas pessoas todas. Pensando bem, eu vou ler. O que vocês acham? Na verdade, eu desejava (como os livros acima) lê-lo, até que uma amiga disse a palavra mágica: "policial" e fiuuun (a chama apagando). Desisti na hora. Mas enfim, não sei o que faço. Talvez eu leia.

O Diário de Anne Frank
Nããããooo! Mas que coisa, não quero ler esse livro. Eu sei que todo mundo já leu, é bom, mas não quero, não, obrigada. Primeiro porque eu não quero ler histórias de nazismo, especialmente diários reais. Me chamem de alienada, digam que eu moro num mundo de fantasias. Mas gente, ler sofrimento, tristeza e cenas fortes é ruim demais! Quer dizer, às vezes vai, funciona, é bonito. Mas, na maioria das vezes, eu prefiro não ler. Eu gosto de fantasia, minha gente!... Bom, e segundo, só porque eu não tenho vontade mesmo.

O Diário da Princesa
Eu tenho vontade de ler Meg Cabot, embora não O Diário da Princesa. O motivo é simplês: quando eu era criança, eu descobri várias coisinhas legais, tipo Harry Potter e uma série de livros, desenho animados e filmes que fizeram parte da minha infância. Esse livro era dessa época, mas eu não o descobri!! Eu não sabia de sua existência até ser grande demais para ele. E agora passou minha época, então, não vou mais lê-lo (criança traumatizada, emburrada, fazendo pirraça). Provalvemente, se o tivesse lido, agora eu seria uma fã da Meg, mas nunca li! Então, vou ler um dela para adultos e ponto. 
PS: Sou fã da Anne Hathaway, que fez o filme - e vi o filme.

Ufa!!! Desabafei! Não contem pra ninguém. Não me julguem... Se eu estiver perdendo alguma coisa, ME AVISEM CORRENDO, por favor. E se quiserem falar sobre suas restrições literárias, também, compartilhem comigo! E vamos difundir esse novo termo, cunhado pela primeira vez POR MIM.




terça-feira, 2 de agosto de 2011

Ronco de Homem

Por que as pessoas ficaram tão reclamonas?
Acho que é algo que vem da escola, onde aprendemos que tudo que fazemos provavelmente está errado, e vamos levar esporro por isso! "Não pode sair do seu lugar, Joãozinho!" "Ô queridinha, não pode escrever de caneta vermelha, é azul, AZUL" "De que que você está rindo?" "Ah Rafaelinha, esse E tá gordo demais, parece um A!" "Não, não pode ir no banheiro no meio da aula" "Senta, por favor?"

Nem sabemos o que estamos fazendo, mas temos certeza de que é errado. E este foi o maior ensinamento que levamos para a vida: agir como se tudo estivesse errado.

Vocês estão reclamando demais, e de tudo! Digo vocês, porque eu não reclamo... não muito. Eu chuto cadeiras! Mas porque sempre sempre e sempre, na minha frente no cinema, sentam pessoas (HOMENS) que cismam em alisar seus cabelos num movimento lento e contínuo, formando um triângulo isósceles entre seus ombros e cotovelos. Além dos que sentam ao lado, alisando suas frieiras com pés descalsos em cima de mim. Essa é uma situação que tira qualquer um do sério, mas vejam bem, eu-não-reclamo, eu dou um chutinho. 

Reclamar é uma coisa que não me agrada, mas hoje em dia virou rotina. Uma das coisas mais reclamáveis é o hábito de ouvir música, sem fones de ouvido, em transportes públicos. No começo ainda era só funk, mas hoje evoluiu para o hip hop, o romântico e até o trance, que variedade! Isso não me incomoda (geralmente eu até canto junto), mas à maioria das pessoas, sim. Eu até compreendo as reclamações, e fico me perguntando se os usuários de mp3 sem fones, nunca ouviram nenhuma delas, e, se ouviram, por que continuam fazendo. Mas reflitam comigo... uma musiquinha... no trânsito.... qual o problema? Enjoy it... relaxem! Não é como se o som entrasse pelo seus ouvidos, furasse seus cérebros e causasse convulsões.

Sem querer desagradar as mulheres de todo o mundo, mas... parem de reclamar do ronco de seus homens. Sabe, eles estão... respirando. Fiquem felizes, é um sinal que eles estão vivos! Eles só estão dormindo confortavelmente, enquanto você sofre de insônia e só está amargurada por isso. Vire pro lado e durma também.

Por favor, não fiquem com raiva, achando que sou uma pessoa extremamente feliz (mas eu sou), só quero alertar que vocês podem estar virando a tia chata do primário, sem nem perceberem. Cuidado!


(Vou-me indo... esse post foi muito zennn... mas levem a sério!!!)